segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

SE FOSSE NO BRASIL,  QUEM VOCÊ COLOCARIA NA 

LATA DE LIXO ??


Eu acho que ia faltar lata de lixo...
Cb Eliomar Rodrigues
SE FOSSE NO BRASIL,  IA FALTAR LATA DE LIXO


domingo, 17 de janeiro de 2016

ESTAMOS PRESTES A SOFRER O PIOR ASSALTO  DA HISTÓRIA DO BRASIL, 
PIOR QUE O MENSALÃO E PETROLÃO

O PRÓXIMO ATAQUE SERÁ NA APOSENTADORIA DOS TRABALHADORES CIVIS E MILITARES


E para isto " O Governo criou uma falsa crise na Previdência...' 

Pesquisadora denuncia a farsa da crise da Previdência Social no Brasil forjada pelo governo com apoio da imprensa.


Por Coryntho Baldez

Com argumentos insofismáveis, Denise Gentil destroça os mitos oficiais que encobrem a realidade da Previdência Social no Brasil. Em primeiro lugar, uma gigantesca farsa contábil transforma em déficit o superávit do sistema previdenciário, que atingiu a cifra de R$ 1,2 bilhões em 2006, segundo a economista.

O superávit da Seguridade Social - que abrange a Saúde, a Assistência Social e a Previdência - foi significativamente maior: R$ 72,2 bilhões. No entanto, boa parte desse excedente vem sendo desviada para cobrir outras despesas, especialmente de ordem financeira - condena a professora e pesquisadora do Instituto de Economia da UFRJ, pelo qual concluiu sua tese de doutorado "A falsa crise da Seguridade Social no Brasil: uma análise financeira do período 1990 - 2005" (leia a tese na íntegra).


Nesta entrevista ao Jornal da UFRJ, ela ainda explica por que considera insuficiente o novo cálculo para o sistema proposto pelo governo e mostra que, subjacente ao debate sobre a Previdência, se desenrola um combate entre concepções distintas de desenvolvimento econômico-social.

Jornal da UFRJ: A idéia de crise do sistema previdenciário faz parte do pensamento econômico hegemônico desde as últimas décadas do século passado. Como essa concepção se difundiu e quais as suas origens?

Denise Gentil: A idéia de falência dos sistemas previdenciários públicos e os ataques às instituições do welfare state (Estado de Bem- Estar Social) tornaram-se dominantes em meados dos anos 1970 e foram reforçadas com a crise econômica dos anos 1980. O pensamento liberal-conservador ganhou terreno no meio político e no meio acadêmico. A questão central para as sociedades ocidentais deixou de ser o desenvolvimento econômico e a distribuição da renda, proporcionados pela intervenção do Estado, para se converter no combate à inflação e na defesa da ampla soberania dos mercados e dos interesses individuais sobre os interesses coletivos. Um sistema de seguridade social que fosse universal, solidário e baseado em princípios redistributivistas conflitava com essa nova visão de mundo. O principal argumento para modificar a arquitetura dos sistemas estatais de proteção social, construídos num período de crescimento do pós-guerra, foi o dos custos crescentes dos sistemas previdenciários, os quais decorreriam, principalmente, de uma dramática trajetória demográfica de envelhecimento da população. A partir de então, um problema que é puramente de origem sócio-econômica foi reduzido a um mero problema demográfico, diante do qual não há solução possível a não ser o corte de direitos, redução do valor dos benefícios e elevação de impostos. Essas idéias foram amplamente difundidas para a periferia do capitalismo e reformas privatizantes foram implantadas em vários países da América Latina.

Jornal da UFRJ: No Brasil, a concepção de crise financeira da Previdência vem sendo propagada insistentemente há mais de 15 anos. Os dados que você levantou em suas pesquisas contradizem as estatísticas do governo. Primeiramente, explique o artifício contábil que distorce os cálculos oficiais.


Denise Gentil: Tenho defendido a idéia de que o cálculo do déficit previdenciário não está correto, porque não se baseia nos preceitos da Constituição Federal de 1988, que estabelece o arcabouço jurídico do sistema de Seguridade Social. O cálculo do resultado previdenciário leva em consideração apenas a receita de contribuição ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) que incide sobre a folha de pagamento, diminuindo dessa receita o valor dos benefícios pagos aos trabalhadores. O resultado dá em déficit. Essa, no entanto, é uma equação simplificadora da questão. Há outras fontes de receita da Previdência que não são computadas nesse cálculo, como a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), a CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) e a receita de concursos de prognósticos. Isso está expressamente garantido no artigo 195 da Constituição e acintosamente não é levado em consideração.

Jornal da UFRJ: A que números você chegou em sua pesquisa?

Denise Gentil: Fiz um levantamento da situação financeira do período 1990-2006. De acordo com o fluxo de caixa do INSS, há superávit operacional ao longo de vários anos. Em 2006, para citar o ano mais recente, esse superávit foi de R$ 1,2 bilhões.

O superávit da Seguridade Social, que abrange o conjunto da Saúde, da Assistência Social e da Previdência, é muito maior. Em 2006, o excedente de recursos do orçamento da Seguridade alcançou a cifra de R$ 72,2 bilhões.

Uma parte desses recursos, cerca de R$ 38 bilhões, foi desvinculada da Seguridade para além do limite de 20% permitido pela DRU (Desvinculação das Receitas da União).

Há um grande excedente de recursos no orçamento da Seguridade Social que é desviado para outros gastos. Esse tema é polêmico e tem sido muito debatido ultimamente. Há uma vertente, a mais veiculada na mídia, de interpretação desses dados que ignora a existência de um orçamento da Seguridade Social e trata o orçamento público como uma equação que envolve apenas receita, despesa e superávit primário. Não haveria, assim, a menor diferença se os recursos do superávit vêm do orçamento da Seguridade Social ou de outra fonte qualquer do orçamento.

Interessa apenas o resultado fiscal, isto é, o quanto foi economizado para pagar despesas financeiras com juros e amortização da dívida pública.

Por isso o debate torna-se acirrado. De um lado, estão os que advogam a redução dos gastos financeiros, via redução mais acelerada da taxa de juros, para liberar recursos para a realização do investimento público necessário ao crescimento. Do outro, estão os defensores do corte lento e milimétrico da taxa de juros e de reformas para reduzir gastos com benefícios previdenciários e assistenciais. Na verdade, o que está em debate são as diferentes visões de sociedade, de desenvolvimento econômico e de valores sociais.



 Adunicentro - http://www.adunicentro.org.br/noticias/ler/1676/em-tese-de-doutorado-pesquisadora-denuncia-a-farsa-da-crise-da-previdencia-social-no-brasil-forjada-pelo-governo-com-apoio-da-imprensa

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016


SABE O QUE REALMENTE DEVEMOS VALORIZAR ?

Quatro pérolas, devemos valorizar : A vida, a família, os amigos e Deus.

A vida, porque é curta.
A família, porque é única.
Os amigos, porque são raros.
E Deus, porque sem Ele, os três anteriores não tem valor.


CRISE MOTIVACIONAL ...

" Fatores que causam a desmotivação
A DESMOTIVAÇÃO surge quando algo começa a incomodar o profissional e, muitas vezes, torna-se constante e acaba exercendo influência sobre o seu rendimento, desanimando e o tornando-o improdutivo. As insatisfações variam de acordo com cada indivíduo, têm intensidades diferentes, mas normalmente são oriundas de divergências pessoais ou profissionais.

A MOTIVAÇÃO é encarada como uma espécie de força interna que emerge, regula e sustenta todas as nossas ações mais importantes." 
(VERNON, 1973, pag.11). 
Sábio será o governo que souber motivar seus Policiais.
Pois, quando um homem possui idéias, ele torna-se um guerreiro, 
mas quando as idéias possuem o homem, ele se torna invencível.

Cb Eliomar Rodrigues

domingo, 10 de janeiro de 2016

TRISCAIDECAFOBIA: MEDO, PAVOR
TERROR DO 13
Gasolina 4,00 reais, zica virus, microcefalia, petrolão, kitgay,
rompimento de barragem,inflação,desemprego, cleptocracia, impunidade,inversão de valores...
ANTES, SÓ 49% TINHAM PAVOR, AGORA JÁ SÃO 90%
Cb Eliomar Rodrigues

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016



Eu aprendi algo na vida ...

Em momentos de conflitos, pressão , conturbação... Não tome decisões importantes.


Espere as coisas acalmarem para decidir. Enquanto não acalmam, fique em oração.

Nosso Senhor Jesus está à sua disposição, é só Invocá-lo e ele te salvará de toda situação.

Ó Senhor Jesus...  Amém.

Cb Eliomar Rodrigues